terça-feira, 14 de outubro de 2008

"As contas não batem"


As Prestações de Contas do município de Tuparetama parecem estarem recebendo "negativas" do TCE/PE de forma "una" todos os anos da atual gestão.

A Prestação de Contas de 2.005 foi rejeitada por "unanimidade"(isto mesmo, unanimidade) pela 2a. Câmara e, em seguida foi aprovada com "ressalvas" pelo Tribunal (como pode?).

A Prestação de 2.006, obteve o mesmo caminho. Rejeitado por "unanimidade" e já com recurso apresentado pelo gestor em sua defesa. Evidentemente que não obsta-se a defesa do prefeito, sendo esta a via legal para se comprovar os fatos reais na aplicação dos recursos do povo.

Vejamos então o que diz o TCE/PE sobre as contas de 2.006 da Prefeitura Municipal de Tuparetama, por ser público o Processo, reproduzido na íntegra e que poderá ser reformulada a decisão com a apresentação do recurso apresentado:

PROCESSO T.C. Nº 0770087-8
PRESTAÇÃO DE CONTAS DA PREFEITURA MUNICIPAL DE TUPARETAMA (EXERCÍCIO DE 2006)
INTERESSADO: SR. DOMINGOS SÁVIO DA COSTA TORRES
ADVOGADO:
RELATOR: CONSELHEIRO MARCOS LORETO
ÓRGÃO JULGADOR: SEGUNDA CÂMARA
DECISÃO T.C. Nº 0719/08

CONSIDERANDO o Relatório de Auditoria, os documentos acostados aos autos e a defesa apresentada;
CONSIDERANDO o repasse do duodécimo à Câmara de Vereadores de Tuparetama acima do limite constitucional;
CONSIDERANDO as irregularidades em relação às contribuições previdenciárias não repassadas ao Fundo Municipal de Previdência e aos valores divergentes nos vários demonstrativos contábeis;
CONSIDERANDO o pagamento de remuneração abaixo do salário mínimo a uma parte dos servidores;
CONSIDERANDO a gerência irregular dos recursos da área de saúde do Município;
CONSIDERANDO o subvencionamento a entidades religiosas, no valor de R$ 1.000,00, fato este vedado pelo artigo 19, I, da Constituição Federal;
CONSIDERANDO as despesas sem comprovação, no valor de R$ 7.701,50;
CONSIDERANDO as falhas de Controle Interno constatadas pela Auditoria;
CONSIDERANDO as várias irregularidades constatadas pela equipe de inspetores nos procedimentos licitatórios realizados;
CONSIDERANDO o pagamento de despesas antes da sua regular liquidação;
CONSIDERANDO a inexistência de Anotação de Responsabilidade Técnica exigida para obras realizadas pela Prefeitura Municipal;
CONSIDERANDO o excesso em obras e serviços de engenharia, no valor de R$ 66.999,73.
CONSIDERANDO o disposto nos artigos 70 e 71, incisos II e VIII, parágrafo 3º, combinados com o artigo 75 da Constituição Federal, e no artigo 59, inciso III, letras ”b” e “c” da Lei Estadual nº 12.600/04 (Lei Orgânica do Tribunal de Contas do Estado de Pernambuco),

Decidiu a Segunda Câmara do Tribunal de Contas do Estado, à unanimidade, em sessão ordinária realizada no dia 01 de julho de 2008,

Julgar IRREGULARES as contas do Ordenador de Despesas, Sr. Domingos Sávio da Costa Torres, relativas ao exercício financeiro de 2006, imputando-lhe um débito no valor de R$ 75.701,23, atualizado monetariamente a partir do primeiro dia do exercício financeiro subseqüente ao das contas ora analisadas, segundo os índices e as condições estabelecidos na legislação local para atualização dos créditos da Fazenda Pública Municipal, que deverá ser recolhido aos cofres municipais no prazo de 15 (quinze) dias do trânsito em julgado desta decisão, devendo cópia da Guia de Recolhimento ser enviada a este Tribunal para baixa do débito. Não o fazendo, que seja extraída Certidão do Débito e encaminhada ao Prefeito do Município, que deverá inscrever o débito na Dívida Ativa e proceder a sua execução, sob pena de responsabilidade.
Aplicar ao Ordenador de Despesas, Sr. Domingos Sávio da Costa Torres, uma multa no valor de R$ 8.000,00, nos termos do artigo 73, incisos I, II e III, parágrafo 1º, da Lei nº 12.600/04, que deverá ser recolhida ao Fundo de Aperfeiçoamento Profissional e Reequipamento Técnico deste Tribunal, através da conta-corrente n° 9.500.322, Banco nº 356 – REAL S/A, Agência n° 1016, no prazo de 15 (quinze) dias do trânsito em julgado desta Decisão, devendo a Guia de Recolhimento ser encaminhada a este Tribunal para baixa do débito.
MOL/cr

(por: Joel Gomes - às 21:26h)

"A eterna incapacidade de ser coerente e consciente"

Passadas as eleições, formam-se os "achincalhamentos" e professorais modalidades de apelidos. "boca-preta, pé-rapado(ou é raspado no linguajar político), raposa, amarelo, vermelho, macaco, pão-com-ovo" e tantos outros adjetivos que superam os dicionários pertinentes.
Em nosso e-mail, por exemplo, algumas pessoas não identificadas rasgam a nossa cultura e maltratam-nos de forma objetiva no intuito de que venhamos responder, talvez pensem, da mesma maneira que nos dirigem o tratamento.
Aqui, no blog que já começa a ser novamente visitado por alguns amigos e, evidentemente por outras pessoas que não aceitam o trabalho deste blogueiro como Parlamentar no município, reeleito que fui, onde consequências na aplicação de recursos para impedimento à reeleição fora indevidamente aplicados de forma errada.
O povo escolhe os seus representantes e nós, graças ao trabalho, também fomo contemplados pela aceitação do povo que concebeu-nos 455 votos de confiança. Parlamentar de uma cidade como Tuparetama que desde a eleição de 2.000 obteve 290, em 2.004 foram 372 e em 2008 obteve 455, demonstra um trabalho de coordenação política crescente e com ascendência na vida pública de Tuparetama. Sem equipe "afortunada" para trabalhar e apenas pessoas livres e conscientes para apoiar, no meu caso, sinto-me gratificado e orgulhoso pelo meu trabalho e minha recondução, pelo povo, a mais quatro anos como Legislador municipal.
No entanto, voltando ao assunto desagradável dos e-mails enviados sem identificação e detratando-me, não me atinge a honra e muito menos minha moral pois escondem-se os remententes no "anonimato", substanciando-se em um ato de "covardia".
Nunca dirige-me de forma delituosa para com os seguidores oponentes aos meus ideais, porém, sobejamento julgo inescrupulosos os atos praticados com este fim. Nunca me senti a vontade em ligar carro-de-som nas "alturas" para "incitar" alguém. Até porque minha índole não contempla tais "modus operandi".
Ora, por que incomodo tanto aos seguidores do atual gestor (reeleito)? Só porque denunciei o uso irregular dos recursos do FUMPRETU? porque, através de nossa ação junto ao Ministério Público assinou um TAC para pagamento do salário mínimo aos funcionários públicos municipais? porque descobri notas fiscal de empresas inaptas e estas venderam a Prefeitura? Porque denunciamos o recebimento ilegal, até de comerciantes e funcionários públicos, do Bolsa Família, enquanto quem realmente precisava estava a mercê da sorte e nada recebia? Porque fui contra o aumento da Contribuição de Iluminação Pública - CIP - aumentado em alguns casos em até 600% e sendo esta estendida aos moradores da Zona Rural, que em nada tem a haver com Logradouros ou Praças públicas? Só porque denunciamos a Contratação de uma Firma de Construção que nunca existiu no endereço constante no contrato e nem na localidade? Porque denunciamos o nepotismo pragmático existente em Tuparetama?...
Sabiamente, imagino, vou responder aos meus algozes as críticas dirigidas ao meu e-mail: vão ter que me engolir por mais 04 anos.
O blog tem outros objetivos, esclarecer ao povo a realidade de Tuparetama, de Pernambuco e do Brasil e do mundo e assim dilu-o, neste momento, os comentários advindos de forma delitiva a este blogueiro.
(por: Joel Gomes - às 07:50h)

segunda-feira, 13 de outubro de 2008

"A cultura de Tuparetama"


Definha, infelizmente, a cultura no nosso município. Palco de jovens talentos, poetas, artistas teatrais, músicos de qualidade presenciamos, de cabeça baixa a falta de investimento na cultura local.

Lisongeado fiquei quando um assessor da União de Vereadores de Pernambuco - UVP -, meu amigo VALÉRIO, indagou-me embelezado com a apresentação do grupo "Dançando nas Alturas". Antes, recebia o citado grupo, total apoio dos administradores municipais, hoje, vive o grupo de forma independente e não mais recebe apoio do município.

Já a Banda de Música Paulo Rocha, diga-se, ainda usando as roupas deixadas pelo ex prefeito Vitalino Patriota (apenas uma calça foi confeccionada durante todo tempo da atual gestão), padece na agonia de ver-se sucumbir no esquecimento pela falta de investimentos.

Tive o prazer de receber no Recife, juntamente com o ex prefeito Vitalino Patriota, instrumentos que estão sendo usados e, sem manutenção (com exceções de paletas), não mais têm a mesma tonalidade de antes.

E os componentes como se sentem? Apunhalados pela falta de investimentos e sem perspectivas de como prosseguir.

E o grupo de Teatro "os Teófilos", como estão se mantendo? Será que não merecem investimentos do poder público? Com a palavra a Administração atual e a vindoura (que é a mesma coisa, não parece gostar de cultura).
"Um povo sem cultura é um povo sem conhecimento"

(Por: Joel Gomes - às 07:59h)

"A esperança de Marta é Lula"



Debate em SP: petistas chamam Casoy de ''vendido''
O clima esquentou no intervalo do terceiro bloco do debate entre os candidatos à prefeitura de São Paulo na sede de Rede Bandeirantes. Depois que a candidata Marta Suplicy (PT) teve o seu segundo pedido de direito de resposta negado, a platéia protestou aos gritos a decisão dos juristas convidados pela emissora.
Palavras como 'picareta' e 'falcatrua' foram as mais usadas pelos manifestantes que assistiam o encontro dos estúdios. O principal alvo das críticas foi o mediador, Boris Casoy, que foi chamado de 'vendido' por um manifestante exaltado.
Enquanto kassabistas sentados ao lado direito da platéia aplaudiam a negativa do júri, militantes do PT tentavam em coro criticar a organização do debate. "Isso é marmelada. Assim não vale", diziam.
O coordenador da campanha petista, Carlos Zarattini, de pé e aos berros, disse que havia falcatrua no debate. "Falcatrua, picareta". (Portal Terra)Por Cláudio Dunga

"Blog do Magno"



Michel Temer como prioridade na câmara
BRASÍLIA - A sucessão na presidência da Câmara virou assunto de estado para o PMDB. A bancada do partido na Casa deu o pontapé inicial, na última quarta-feira, em uma articulação para pavimentar a volta do presidente da legenda, o deputado Michel Temer (SP), ao comando da Câmara, em fevereiro de 2009. Ao todo 94 dos 96 deputados peemedebistas, acolheram, por aclamação, a indicação de Temer. Com um discurso afinado e ecoando unidade, caciques do partido – que é tradicionalmente conhecido pelo racha em suas várias correntes – compareceram e prometeram trabalhar pela eleição do deputado paulista.
O ex-presidente e senador José Sarney (AP) deu o tom da campanha. “A eleição de Temer é uma prioridade para o todo o PMDB”, afirmou. Temer também tem se esforçado nos últimos meses para ganhar espaço. Hábil articulador e professor de Direito, o peemedebista tenta deixar de lado a imagem de integrante da elite do PMDB para se tornar um parlamentar mais acessível, inclusive, ao baixo clero (grupo de parlamentares que não ocupam cargos de destaque na Câmara nem nos partidos políticos), que deve decidir a eleição e é o reduto de seu principal adversário, o deputado Ciro Nogueira (PP-PI), segundo-secretário da Câmara.
A estratégia de Temer inclui conversas individuais e reservadas. Nos encontros, trata discretamente de Ciro, mas não deixa de lembrar a ligação do progressista com o ex-presidente da Câmara, Severino Cavalcanti, que renunciou ao mandato para não ser cassado, depois de que foi denunciado por cobrar propina para prorrogar a permissão para um empresário manter em funcionamento um dos restaurantes da Câmara.
Outra investida começou em julho com gravações para deputados e seus aliados que disputavam as eleições municipais. Temer também visitou a base em troca de apoio. O peemedebista acredita ainda que pode ganhar votos pelo currículo com seis mandatos legislativos, um deles na presidência da Câmara, além de sempre ter ocupado cargos de comando na Casa, como a liderança do PMDB e o controle da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ).
Para seduzir os deputados, Temer também lança mão de um discurso corporativista. Argumenta que o trabalho do Legislativo não deve ser medido pelo número de leis produzidas, mas pela soberania e pela defesa dos princípios da Constituição, criticou o Judiciário por interferir na vida do Legislativo e repudiou a divulgação de uma lista de políticos “fichas-sujas” pela Associação dos Magistrados do Brasil. 'Quando se criou a divisão entre os poderes, a idéia era de um judiciário isento para julgar. Como é possível um judiciário quando ele previamente chama alguém de ‘ficha-suja’?', ponderou.
Agora, Temer e os peemedebistas trabalham em duas frentes: a sustentação da indicação com apoio dos partidos na Câmara e as articulações para a sucessão no Senado. Como aliados, os peemedebistas já contam com o PT, com 79 deputados, e com o PSDB, com 59 parlamentares. Os dois partidos, no entanto, já protagonizam um embate nos bastidores atrás de cargos. O que pode colocar abaixo os planos do PMDB. Tucanos e petistas brigam pela vice-presidência e a primeira-secretaria. Cargos importantes e que também ditam o ritmo da Casa. Temer já ofereceu o cargo de primeiro vice-presidente aos tucanos e a poderosa primeira-secretaria aos petistas.
Mas o PT quer as duas vagas. “Contamos com dois cargos na Mesa”, reconhece o líder do PT na Câmara, Maurício Rands (PE), que desconversa sobre quais seriam as pretensões. “Estamos conversando ainda”, destaca o líder, que não compareceu ao ato de lançamento da candidatura do peemedebista. Por lá, desembarcou o atual presidente da Câmara, Arlindo Chinaglia (PT-SP), para reforçar o cumprimento do acordo que balizou sua candidatura. Em 2007, os peemedebistas abriram mão de indicar um candidato para fortalecer o nome do PT e em troca, em 2009, os petistas deixariam a Câmara nas mãos de Temer; enquanto no Senado haveria alternância entre os dois partidos, que ora foi comandado por Renan Calheiros (PMDB-AL) e repassado ao senador Garibaldi Alves (PMDB-RN), depois de sete meses envolvido em um escândalo.
Pelos cálculos Temer, será preciso no mínimo articular o apoio do chamado bloquinho para garantir a vitória em plenário com apoio da maioria dos 513 deputados. Os pessebistas simpatizam com a candidatura do deputado Ciro Nogueira, nome do PTB, PR e PP, com 120 votos. Os pedetistas foram procurados pelo PMDB que soma o aval do PT, registrando algo em torno de 180 votos.

Se o bloquinho, com 78 votos, estivesse unido, embolaria a disputa e poderia pavimentar a chegada de Ciro na presidência, porque puxaria ainda os votos do DEM, enquanto o PSDB estaria com Temer. Mas o bloquinho, que ainda não discutiu a sucessão, e alguns deputados indicam que podem acompanhar Ciro, como uma revolta contra a concentração de poder entre PT e PMDB. Na somatória dos peemedebistas faltam ainda os votos do PSC, PPS e outros nanicos. O PSC deve manter o apoio ao bloco do PMDB, mas também quer garantia de um assento de destaque na Mesa Diretora.
Avulso
Os partidos nanicos também podem surpreender e dar fôlego a campanha de outro peemedebista, o deputado Osmar Serraglio (PR). O peemedebista do Paraná é o atual comandante da toda poderosa Primeira-Secretaria, considerada a prefeitura da Câmara, conquistada também por meio de dissidência. Ele lançou-se candidato, em 2007, à revelia do partido e derrotou Wilson Santiago (PMDB-PB), o candidato oficial do partido. Serraglio não compareceu a formalização de campanha de Temer e avalia que pode lançar candidatura avulsa. Reclama da alta concentração de poder no PMDB, mas está cauteloso. “Não vou atropelar ninguém. Estou analisando a situação com calma. Ele [Temer] pode ter o aval da cúpula do PMDB e do PT, mas a eleição é da Câmara. É o plenário, é o voto de cada deputado que vai valer”, declarou.
Indefinição
As articulações para a sucessão no Senado também serão decisivas para a campanha de Temer. Pelo acordo, seria levado a presidência da Casa Alta o petista Tião Viana (AC), nome de apreço do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Mas o nome não empolga aos peemedebistas, que discutem como fica a situação do partido na próxima semana durante um jantar. A resistência vem do grupo ligado ao senador José Sarney (AP) e do senador Renan Calheiros (AL).
O ex-presidente do Senado que renunciou a cadeira máxima da Casa para evitar ser cassado tem ressentimento de Viana, vice-presidente do Senado, da época em que pipocaram as denúncias de que teria contas pessoais pagas por uma empreiteira. Mas o assunto ainda está longe de ser resolvido. Dentro do partido o nome do senador José Sarney é unânime e derrubaria qualquer acordo. Mas ele diz que, agora, quer se dedicar a literatura e não teria mais o tempo desejado para se dedicar aos ritos que o cargo exige.
Apelo
O Palácio do Planalto faz pressão para que a bancada do PMDB aceite a indicação do petista, em troca do apoio ao deputado Michel Temer (PMDB) para a Presidência da Câmara, mas a posição dos caciques da legenda ainda não foi fechada. Em um jantar no Palácio da Alvorada, na quarta-feira, o presidente Lula reforçou aos caciques do PMDB do Senado o apoio ao petista. No entendimento de Lula, a sucessão na Câmara e no Senado vai servir de teste para um vôo mais alto em 2010 para as duas legendas.
Senadores peemedebistas teriam sinalizado que podem desistir da presidência, mas nada foi fechado. Além de Renan e Lula, participaram do jantar os senadores José Sarney (AP), Roseana Sarney (MA), Romero Jucá (RR), líder do governo; e Valdir Raupp (RO), líder do PMDB. O grupo teria o direito de escolher o sucessor de Garibaldi, já que cabe à maior bancada, conforme a tradição do Congresso, definir os presidentes da Câmara e do Senado, mas a idéia causa pânico no Planalto que teme a concentração na mão dos peemedebistas. “Temos força para estar no Planalto. Vamos buscar uma composição que esteja à altura do PMDB. Temos dois anos para trabalhar e se aparecer um nome, se tivermos condições, não vamos nos contentar apenas com a vice”, disse o ministro de Minas e Energia, Edson Lobão..
Para o ministro da Integração Nacional, Geddel Vieira Lima, o PMDB tem força e pode trabalhar um nome pelos próximos meses que seja capaz de representar o projeto do partido para o país. A aliança com o PT seria, na avaliação dos ministros, uma rota natural, uma vez que o próprio Lula propaga a idéia de que seria melhor lançar um único nome da base aliada na disputa. “O entendimento sempre é o melhor caminho”, desconversou Geddel. (Agência Nordeste)
Escrito por Magno Martins às 08h51

sexta-feira, 10 de outubro de 2008

"A vida e a política"



Um povo doente é um povo incapaz de construir uma nação digna e sustentável. Cada vez que nos deparamos com cenas de doentes jogados nos corredores dos hospitais ou nas salas de espera fica a sensação de horror com o pouco caso com a vida humana.
Todos nós assistimos a desgraça dos pobres infelizes que dependem da assistência da saúde pública, sem nada poder fazer, ou podemos? Sim, claro que podemos, a sociedade é o conjunto de todos os cidadãos que a compõem e os problemas que afligem a uma parte influenciará os outros também.
A passividade diante do sofrimento alheio é um sintoma da indiferença causada pelo convívio diário com as mazelas do mundo, apresentadas na TV e em outros veículos de notícias. Esse choque com a realidade trágica da atualidade causa-nos uma apatia e indiferença sem precedentes em nossa história. Estamos como anestesiados por esse caos social que vivemos.
Um sintoma do descaso com a nossa saúde é a fortuna gasta pelos governos que não se reflete em benefício para os necessitados. Impostos são criados a todo o momento para esse fim, porém, nada muda.
Pelo contrário, a cada dia piora o atendimento de quem dele precisa.
Alguns governos e legislativos sucedem-se em discursos vazios, destinando os recursos que deveriam ser usados para reformar hospitais, clínicas, ambulatórios, postos de saúde, para outras finalidades, a maioria escusa e desvirtuada da verdadeira finalidade que a gerou.
Temos um povo de ótima índole, que não reclama e aceita toda essa situação como obra do destino, ou talvez por acreditar que, infelizmente, nada possa ser feito mesmo. O povo está errado, nós podemos mudar essa situação. É só querer. Como?
Os empresários podem reverter uma pequena parte dos seus ganhos para melhorar o atendimento médico e odontológico dos seus colaboradores e suas respectivas famílias e, por que não, para a comunidade mais necessitada do entorno de seu negócio. Além disso, deveriam incentivar que mais empresários também o fizessem.
Mas deveríamos cobrar muito mais de quem foi escolhido para gerir os nossos recursos, de quem esperamos que saiba usá-los da melhor forma para atender bem a toda a sociedade e que durante o seu mandato faça das suas promessas de campanha o seu verdadeiro objetivo de trabalho.
Com o que gastamos hoje com a saúde nas três esferas, nacional, estadual e municipal, poderíamos ter um dos melhores programas de saúde do mundo. Se a realidade é totalmente oposta, a pergunta é por quê?
Infelizmente, a maioria dos nossos políticos não merece o povo que os elege. Eles sofrem de amnésia instantânea após os resultados das eleições e só voltam a se lembrar na próxima campanha de reeleição.
Às vésperas de mais uma eleição municipal vale recordar os candidatos que prometem saúde digna para todos e que, quando eleitos, se esquecem de seus compromissos, permitindo cenas como as vistas diariamente nas TVs.
É hora de cobrar o direito de todos nós por uma saúde digna, agora e sempre. Merecemos melhores políticos, podemos tê-los, é só aprendermos a exigir os nossos direitos, não nos calarmos. Temos que nos fazer ouvir.
Pessoas doentes não produzem, não ajudam a construir um país melhor, não participam das mudanças necessárias para transformar este mundo caótico em um mundo sustentável, em um bom lugar para se morar e criar nossos filhos e netos.
(Por: Joel Gomes - às 07:45h)

"O que é política?"

A invenção da Politica

Por que gregos e romanos não dispunham de modelos prévios que pudessem seguir, tiveram que inventar a sua propria maneira de lidar com os conflitos e as divisões sociais. A politica foi inventada quando surgiu a figura do poder público, ela surge por meio da invenção do direito e da lei, isto é, as instituições dos tribunais e da criação de instituições públicas de deliberação e decisão, isto é, as assembléias no caso dos gregos, o senado no caso dos romanos. Esse surgimento só foi possível porque o poder politico nasceu graças ao momento em que o poder é separado de três autoridades tradicionais que anteriormente definiam o exercício do poder.
A Política nasceu por tanto, quando a esfera privada da econômia, a esfera da guerra, a esfera do sagrado ou do saber foram separados e o poder deixou de identificar-se como o corpo mistico do governante, o pai, o comandate, sacerdote, representante humano, de poderes divinos transcedentes.
A Grécia inventou a democracia, em qualquer das cidades gregas, todos homens adultos, nascidos na polis, eram cidadãos, dotados de isonomia (igualdade perante à lei), isegoria (igualdade perante a palavra), ou seja, todo cidadão tinha direito de exprimir suas ideias na assembléia, vê-la discutida e votada.
Roma inventou a república, a república ou coisa pública e era oligárquica:os membros das familias, eram cidadãos, isto é, membros do senado, das magistraturas, comandates militares. A peble, se representava pelo tribuno da plebe.
É derivação grega a palavra “política”, que em seu sentido original significava “Politikos” que esta relacionada à cidade, porém ao conceito de polis que é mais abrangente do que cidade, entre os séculos 8 e 6 ac. Surgiram na Grécia as “polis”, cidades-estado, estas eram quase que como países atuais, Esparta e Atenas são as mais famosas, inicialmente a palavra política fazia referencia a tudo o que é urbano, civil, público, este significado expandiu-se com a obra Política de Aristóteles (384-322 ac.), onde passou a designar-se política como a arte ou ciência do governo, durante muito tempo passou a designar os estudos dedicados a atividade humana que de alguma forma se relacionam ao governo, porém em na atualidade representa as atividades praticas relacionadas ao exercício do poder do estado; sendo assim esta intimamente relacionada o conceito de política ao conceito de poder, segundo Bertrand Russerll (1872-1970), filósofo britânico “conjunto dos meios que permite alcançar os fins desejados”. O domínio da natureza pelo homem seria um desses meios o outro é o domínio do homem sobre o próprio homem, o poder político é apenas uma das formas de poder do homem sobre o homem, existe ainda o poder econômico, o ideológico. No poder político é possível valer-se da força como meio para exercer a vontade diante disto este pode ser considerado o poder supremo, para tanto o poder político conta com o apoio da sociedade, onde por intermédio do estado se exercita as punições quando estas são necessárias, ainda pode se destacar no poder político a universalidade e a inclusividade; o poder político possui limites, porém estes variam de acordo com o tipo de Estado, a política tem como objetivo a ordem pública e a defesa do território nacional e o bem social da população, este assunto mesmo não estando explicito nas conversas diárias é fundamental a vida de todos, pois através da política se constrói a vida da população, não podemos ingenuamente nos abster, cabe a população a discussão e pressão dos governantes.
(Por: Joel Gomes, às 07:25h)

"Começa tudo de novo"


Briga até no futebol- Tricolor doente, o ex-deputado Osvaldo Coelho (DEM) reagiu com picardia ao ser informado que o secretário de Desenvolvimento, Fernando Bezerra Coelho, seu sobrinho e adversário político em Petrolina, assumiria a presidência do Santa Cruz: “Desde quando ele virou tricolor? Vou ter que procurar outro time para torcer”!
Blog do Magno Martins

quarta-feira, 8 de outubro de 2008

"A crise dos Bancários (e não dos Banqueiros)"


Bancos: greve chega ao quarto dia útil
A greve dos bancários já chega ao quarto dia útil nesta quarta-feira , com vários transtornos para a população. Nos caixas eletrônicos de auto-atendimento, que funcionam nas agências, muitas filas e reclamações.
Os grevistas querem 13,26% de reajuste salarial e contratação de mais funcionários. Dos 11 mil bancários que trabalham em Pernambuco, segundo o Sindicato dos Bancários, 65% aderiram à greve.
O prédio do Banco do Brasil na Avenida Rio Branco, no Bairro do Recife, é o principal ponto de mobilização da categoria. “Lamentamos a situação dos clientes, mas temos razão nessas reivindicações e os patrões não têm justificativa para não atendê-las”, declarou Leonardo Espíndola, diretor do Sindicato.
“Quem sofre é a população em geral”, lamentou o funcionário público Antônio Alves. Através de nota, a Federação Nacional dos Bancos (Febraban) informou que acredita num acordo, em breve, com os sindicatos sobre a convenção coletiva de trabalho da categoria(pe360graus)Escrito por Magno Martins às 14h58

"ANCHIETA PATRIOTA"


ANCHIETA PATRIOTA: VITÓRIA EXPRESSIVA EM CARNAÍBA
Em Carnaíba, terra de Zé Dantas, o prefeito Anchieta Patriota (PSB) teve uma das maiores votações do Estado – 80,88% dos votos válidos, 8.056 contra 1.905 do adversário. E ainda elegeu oito dos nove vereadores aliados. Um banho!
Postado Por: BLOG DO MAGNO / No dia 07/10/08 às 07:21

"O tempo dirá"

ESTAMOS DE VOLTA. OBRIGADO AOS VISITANTES E CONTINUEMOS, TODOS NÓS, A LUTAR PELOS NOSSOS DIREITOS E DEVERES.
Passadas as eleições municipais, em alguns pontos de forma democrática e em outros de maneira impositiva pela "aquisição" de mandatos (isto mesmo) via aplicação de fortunas para se chegar ao posto de prefeito e vereador.
No País do futebol, infelizmente, chega-se a ser rídiculo os pleitos eleitorais, onde candidatos "compram" seus mandatos por milhares de reais que sabemos não obterão retorno dos recursos se não por meio de "fraudes, desvios, licitações com o fito de favorecer aos correligionários e/ou parentes, bem como se auto-financiar para campanha próximas".
Somos realmente o País do futebol e o País dos menos esclarecidos politicamente, fato posto de que no Brasil, infelizmente, não se ensina a "política" como realmente deveria ser implementada num Estado de tantos recursos e de tantos "larápios", que desnudam a carapuça das reais necessidades do nosso povo onde R$ 30,00 faz a diferença por quatro anos entre possíveis bons gestores e os maus homens públicos. Diz um grande jornalista: "Isso é uma vergonha!".
Basta! Precisamos mudar o conceito de se fazer política no Brasil.
(Escrito por: Joel Gomes às 07:50h)

segunda-feira, 7 de julho de 2008